Sempre que sentimos algum mal-estar a primeira coisa que pensamos é encontrar uma maneira de fazer desaparecer o sintoma, pois somos imediatistas e tratamos apenas as aparências, não buscamos a origem ou as causas.
De um modo geral a saúde é encarada como um estado de não-doença, e é muito mais fácil tomar um medicamento para aliviar a dor do que compreender a mensagem que o organismo está sinalizando.
A grande maioria das pessoas procura um profissional da área da saúde somente quando está sentindo dor ou desconforto, buscando não apresentar mais os sintomas, ou seja, voltar ao estado anterior à doença. Mas, para a Organização Mundial de Saúde, o conceito é mais amplo, “saúde é um estado completo de bem-estar físico, mental e social e não meramente a ausência da doença ou enfermidade”.
Edward Bach acreditava que saúde é a perfeita harmonia entre alma, mente e corpo; e a doença, o resultado do conflito entre alma e mente.
Bach julgava a doença benéfica para o paciente, pois nos aponta os nossos maiores defeitos, é o verdadeiro caminho para a “cura”. Saúde e doença, portanto, são aspectos de um mesmo movimento, é através do desequilíbrio que atingimos um novo equilíbrio e é através da doença que alcançamos a saúde.
Toda doença ou desconforto, por mais ou menos sérios que sejam, é um sinal que o nosso corpo dá indicando que estamos agindo erroneamente, que não estamos sintonizados com a nossa saúde, com as nossas vontades, com os nossos valores. É um sinal de que estamos contra nós mesmos e de que devemos entrar em contato com a nossa própria essência, desenvolvendo consciência do processo de vida e dos mecanismos que criamos para gerar a doença.
A cura completa vem essencialmente de dentro de nós e para Bach depende de quatro fatores:
1 – Compreensão da divindade dentro de nós e conhecimento de que temos a capacidade de superar todos os problemas.
2 – Entender que a doença é conseqüência da desarmonia entre alma e personalidade.
3 – Desejo e capacidade para descobrir o problema que está causando o conflito.
4 – Remoção do problema (desenvolvendo a virtude oposta).
É preciso estar atento à lição que a doença traz. Como tudo que acontece na nossa vida, a doença também tem um “para quê”: “para quê” possamos olhar mais para as nossas necessidades antes de olharmos para a necessidade dos outros, “para quê” encontremos horários de lazer no nosso dia a dia, mas principalmente “para quê” nos amemos mais.
BOM ARTIGO.
DENTRO DO CONTEXTO EVOLUTIVO DE MUDANÇAS DEVERÁ SER AMPLIADO E DIMENSIONADO.